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Jorrando meu sangue em negrito
Na branca pele colorida
Exponho minha bossa
No despertar do abismo
No pior que tenho de beleza
Tão feia e fina,
Tão bela e menina,
Que há de crescer e florescer.
E um dia irá de servir de adubo e disseminara
Pelos jardins silvestres da próxima flor que brotara
Jonathan Melo
