
Cigarros, eu não preciso de cigarros, mas minha tristeza pede por ele, como também pede por café quando não estou a fim de dormir ,e fico remoendo dedos e transcrevendo esse sentimento de papel, em papel, caindo todo o meu absurdo abstrato na caneta esferográfica da vez, onde a tinta é o sangue que me faz manter vivo esse sentimento no qual eu estou formando em folhas amarelas como eu, deixando correr livremente os riscos no qual irá formar coisas que não sei te explicar.
Jonathan Melo
Gostei muito de seu blog jhon. muito criativo. Esse poema me faz lembrar daquelas noites em q a gente fica pensando na gente, sobre qual é nossa função aq nesse mundinho e tal...tbm me pego escreve "sentimentos" no papel,,,coisas q não sei falar p/ninguem...
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